Para a Bíblia, o amor começa em Deus — “Deus é amor” — e ele o provou antes de sermos dignos dele. Por isso o amor bíblico é mais atitude do que sentimento: paciência, bondade e entrega pelo outro.
O amor é paciente, é bondoso; o amor não é invejoso; o amor não é orgulhoso, não é arrogante. O amor não trata mal; não busca os próprios interesses, não se ira, não é rancoroso. Não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo aguenta, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor descrito em verbos: espera, é bondoso, não busca os próprios interesses. Lido em casamentos, foi escrito para uma igreja dividida.
Amados, nos amemos uns aos outros; porque o amor é de Deus, e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.
Amar os outros é o sinal de quem conhece a Deus, porque o amor é o próprio caráter dele.
Pois tenho certeza que nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem poderes, nem o presente, nem o futuro, nem altura, nem profundeza, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
A lista de Paulo cobre a vida, a morte e tudo o que há no meio: nada separa do amor de Deus.